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O SESARAM deu conta que suspendeu as visitas hospitalares desde o dia 14, por “imperativos de proteção e segurança dos doentes e dos profissionais”. Os casos excecionais prendem-se com o acompanhamento de menores, grávidas em trabalho de parto e outras neste âmbito devidamente autorizadas, igualmente doentes em fase terminal e em casos sempre autorizados pelo médico assistente através do “visitante de referência” indicado (de preferência familiar direto), (ex. Doentes em Unidades Especiais tais como AVC, Cuidados Intensivos, de acordo com instruções do médico assistente em cada caso concreto).
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