“Lamentamos tais declarações sobre um direito constitucional que é a Continuidade Territorial. Exigimos que o PS-M e Paulo Cafôfo venham a público confirmar se estão de acordo com as declarações do seu ministro. O Estado detém 50% da TAP porém sem palavra na sua gestão, sem que ninguém venha explicar porquê”, refere uma nota de imprensa.
“Pela boca morre o peixe”, ironiza Quintino Costa, presidente do PTP-M. “Assim se vê as preocupações, garantias veladas e esforço do Governo Português e do PS sobre a matéria da mobilidade. Exigimos em nome da população do arquipélago, que o Governo da República ponha um travão aos preços e mau serviço prestado pela TAP”, conclui.
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