O Funchal Notícias deu conta, ontem, do clima de tensão vivido há algum tempo entre a anterior secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais, Rita Andrade, e a atual indigitada para titular dessa pasta, Augusta Aguiar, que era e ainda é responsável pelo Instituto de Segurança Social. Um diferendo insanável, com se viu.
Albuquerque conhecia essa situação e embora a saída não fosse dado adquirido há algum tempo, decidiu-se agora pelo afastamento da governante que tinha o pelouro do desemprego, que como se sabe foi uma “bandeira” quase permanente do Governo com uma redução significativa desde 2015.
No contexto dos episódios que resultaram no agravamento da relação, o FN relatava um deles, ocorrido em vésperas de eleições, que teria sido como que a “gota de água” para o que já era insanável, a continuidade do trabalho em conjunto. Soube-se que teria havido novo desentendimento e que, resultante disso, foi entendimento em fontes no local, que a indicação iria ser de despedimento ou, pelo menos, transpareceu a intenção de despedimento. Não houve efetivamente essa situação formal, não obstante troca de palavras que poderiam indiciar esse desfecho, mas a verdade é que o estado de relacionamento era de tal ordem degradado que esse “divórcio” em termos de interligação, no momento ou no futuro, iria ocorrer. Como ocorreu com a saída de Rita Andrade e a subida de Augusta Aguiar, por decisão de Miguel Albuquerque.
De facto, fontes ligadas à secretária garantem ao FN que Rita Andrade não despediu Augusta Aguiar.
Aqui fica, pois, o esclarecimento, sem contudo colocar em causa o cerne da informação, o diferendo que levou à saída da ainda titular do cargo e aquela que virá ocupar essa “pasta”.
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