Centro direita deve definir a pessoa no centro da ação política, diz o Aliança

Aliança BO cabeça de lista do partido Aliança Madeira apontou que o centro-direita deve voltar a definir a pessoa como estando no centro da sua ação política. “Não podemos continuar com esta confrangedora ausência de pensamento estratégico sobre o presente e o futuro da Madeira”.

“Somos portugueses do Atlântico, queremos continuar no projeto Europeu, mas queremos ser tratados com equidade e justiça e também que a nossa condição ultraperiférica não seja um entrave para a nossa qualidade de vida.

Não faz qualquer sentido continuar a ignorar os custos da nossa localização ultraperiférica, nem em relação às pessoas nem tão pouco às empresas, pois a ultraperiferia sem majoração traduz-se em desvantagens comparativas para os nossos produtos e para a nossa mobilidade. Importa repor o diferencial fiscal, para as empresas poderem ser competitivas num mercado cada vez mais global”.

Regionais 2019

A nota do partido revela que não podemos continuar a aceitar práticas de assédio moral que lembram os tempos da Madeira velha, pouco exigente e endemicamente resignada. Temos de ser exigentes com quem nos governa queremos uma economia positiva, uma educação personalista que vá de encontro as expectativas tanto das pessoas como das empresas, uma saúde de qualidade que nos salvaguarde enquanto utentes, queremos crescimento económico com qualidade de vida para as pessoas”.


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