Só devemos mandar para o privado depois de esgotada a capacidade do serviço público, defende o médico Ferdinando Pereira

O diretor do serviço de Urologia do SESARAM, Ferdinando Pereira, considerou hoje, no âmbito da audição em sede de comissão parlamentar de inquérito ao funcionamento da unidade de Medicina Nuclear do Serviço de Saúde da Região, criticou as declarações do médico Rafael Macedo e esclareceu que “não há desvio de doentes para o privado, antes pelo contrário”, referindo que “todos os exames possíveis no público são feitos no público, os outros vão para a medicina convencionada”, acentuando que relativamente ao facto de a opção pelo serviço de Radioncologia ser apenas privada “é uma opção que não vou comentar”.

Ferdinando Pereira diz que “só devemos mandar para o privado depois de esgotada a capacidade do serviço público”, respondendo a uma questão do deputado Roberto Almada, no sentido de saber se as listas de espera não representam uma realidade que empurra para o privado a solução.

O médico disse, também, que “há um subfinanciamento da Saúde, no País e na Região”.

 

 


Descubra mais sobre Funchal Notícias

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.