
A diretora do serviço de Pediatria do SESARAM está ser ouvida no âmbito da comissão parlamentar de inquérito ao funcionamento da unidade de Medicina Nuclear do Serviço de Saúde da Região, disse que Rafael Macedo poderia ter assumido as críticas internamente. “Quando há problemas, devemos resolvê-los dentro da institui. O colega em questão é uma pessoa empenhada, sabe ser persistente, e não sei a razão de vir para a comunicação social. Acho que há abertura para chegarmos aos nossos superiores e discutir os assuntos. Tive a perceção que o Dr. Rafael Macedo queria que a unidade funcionasse e sabemos que quando pedimos alguma coisa, pode demorar algum tempo. O Dr. Rafael é uma pessoa interessada, queria trabalhar, não sei o que se passou. Não devia estar com este alarido todo fora da instituição. Não acho normal as críticas aos colegas, até porque se tratam de profissionais que já deram provas da sua capacidade. E as coisas não são como se diz cá fora”.
Respondendo a questões de Eduardo Jesus, o deputado do PSD que apontou se a situação não exigiria logo provas por parte de quem denunciar, Sidónia Nunes diz que “o sigilo foi quebrado e de facto não se deve vir para a praça pública”, esclarecendo que “todos nós podemos errar e ter a humildade de falar com o doente
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