
Carlos Jardim, socialista, ex-administrador da empresa Frente Mar e apoiante de Carlos Pereira anterior líder do PS-M,, lançou hoje, na sua página pessoal da rede social Facebook, uma reflexão sobre o “valor da militância”, considerando “tempos anormais estes em que vivemos, em que o papel dos partidos enquanto instituições democráticas são menorizados em detrimento do populismo”. Diz que não gosta “deste caminho ambíguo e sui generis da atual democracia que não reconhece o papel dos partidos”. E coloca no post a imagem do símbolo do PS ao contrário.
Aponta mesmo que “temos não militantes que se recusam a se tornar militantes porque não compreendem o seu significado de defesa de valores, de entrega a uma causa sem benefício próprio e da importância de defender com outros um conjunto de ideais por todos comungando. Mais estranho que isso – porque ninguém deve ser obrigado a se filiar em nenhum partido – é palpitar em sobre o mesmo, tecendo considerações sobre unidade de militantes, quando não os conhecem nem sabem quem são. Porque, note-se, as listas de militantes estão protegidas pela RGPD e não pode ser divulgada. Se não é militante, como é que pode conhecer todos os militantes?”.
Uma posição que mereceu, da parte de Amândio Silva, vereador socialista em Câmara de Lobos, uma reação: “Um militante que se preze não coloca o símbolo do PS ao contrário! Já agora enquanto membro da COC, nomeado por uma candidatura no último congresso, o que é que tens a dizer sobre a disponibilização de listagens de militantes do PS a uma não militante de seu nome “Helena”. Atenção na altura ainda não estava aprovada a RGPD, contudo já existia legislação que protegia dados pessoais. Será que estamos perante um caso grave? Fica este registo para memória futura”.
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