Expansão do Aeroporto da Portela, hoje denominado Humberto Delgado, bem como o novo aeroporto do Montijo, tornando civil uma estrutura que hoje é militar, são fatores que estão subjacentes ao memorando, hoje assinado, para o financiamento e a concretização do projeto que irá “revolucionar” as infraestruturas aeroportuárias. A obra ficará pronta 2022 e o custo rondará 0 1.747 milhões. A ANA vai suportar os custos.
A apresentação foi acompanhada de imagens sobre as diferentes fases, não só na melhoria de serviço aos passageiros, mas também nas acessibilidades, tanto no Aeroporto Humberto Delgado como na Base Aérea do Montijo, onde ficará instalado uma nova estrutura aeroportuária.
Fernando Medina relevou a importância do momento depois de “décadas de adiamento”, saudando “quem participou neste processo que permitiu chegar a este dia, os ministros e as equipas. O setor do turismo, para o qual esta estrutura é determinante, envolve 14 milhões de euros de vendas por ano e 180 mil postos de trabalho. Só em Lisboa, corresponde a sete vezes o valor do calçado e cinco vezes o da Autoeuropa”, reforça o presidente da Câmara.
Medina acentuou que uma Região Metropolitana, moderna, precisa de infraestruturas aeroportuárias, mas também, como referem “devemos ser capazes de demonstrar que sabemos fazer bem, trata-se de um projeto demasiado importante para que não saibamos extrair o melhor que podemos”.
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