
Pedro Calado apontou para finais de junho como o período previsto para que a operação do “ferry” que ligará a Madeira ao Continente esteja no mar.
O vice presidente, à margem da visita ao Hospital Veterinário, admitiu que apenas a Empresa de Navegação Madeirense, do Grupo Sousa, apresentou a proposta concreta, sublinhando, no entanto, que existiram quatro empresas que levantaram o caderno de encargos, três delas efetivamente concorrentes a sério. Dessas três, só uma apresentou uma proposta formal, que neste momento está a ser analisada.
Pedro Calado diz que até final do dia de hoje, quarta-feira, deverá estar concluída a apreciação por parte do júri, referindo que “se tudo estiver em condições, passamos à fase seguinte, que é a informação à empresa sobre se as questões técnicas estão corretas, solicitando depois as caraterísticas do navio a operar”.
O vice presidente está convencido que, “se tudo correr bem, vamos ver se conseguimos levar a Conselho de Governo dentro de uma semana, havendo necessidade de um período para os procedimentos contratuais e visto do Tribunal de Contas. Penso que em finais de junho, início de julho, a operação deverá estar no mar”.
O governante faz questão de salientar, neste particular da operação “ferry”, as dificuldades inerentes à rentabilidade, admitindo tratar-se de um investimento de risco em termos empresariais.
A concessão é por três anos, no período de verão, e o investimento para este ano é de 3 milhões de euros.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





