
O primeiro-ministro António Costa disse ao País que é preciso seguir em frente e mudar o que for preciso, com consensos alargados na sociedade portuguesa. “Quero deixar aqui o compromisso do governo de que apagadas as chamas, a solidariedade desta hora terá continuidade no momento da construção e reparação dos danos”.
Esta posição de António Costa surge num momento em que o País lamenta a morte de mais 36 pessoas em incêndios florestais, naquele que é o segundo acontecimento trágico ocorrido em apenas quatro meses.
Entretanto, em declarações à TVI, Jaime Marta Soares, da Liga dos Bombeiros Portugueses, denunciou a existência de uma redução de meios, em 80 por cento, quando as previsões de temperaturas elevadas já eram conhecidas e aconselhavam a uma outra planificação “Houve situações de desleixo”
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