“Funchal Forte” considera que Segurança Social deve fazer parte da rede social do Município

O ex-vereador da Câmara Municipal do Funchal, Edgar Silva, foi o porta-voz de uma iniciativa levada a efeito esta manhã, pela coligação “Funchal Forte” no Instituto de Segurança Social da Madeira, onde foram recebidos pelo seu presidente, Rui Freitas.

O objetivo foi convidar o Instituto de Segurança Social a participar no núcleo executivo do Atrium Social do Município do Funchal, uma rede social que a coligação quer sediar nas antigas instalações degradadas e abandonadas do antigo Matadouro do Funchal.

“O nosso objectivo é terminar o trabalho que estávamos a fazer inicialmente, no domínio do social e que foi subitamente interrompido pelo Prof. Paulo Cafofo quando me defraudou, e perdi a confiança, num líder, fraco e fragilizado pelos grandes interesses de grupos e políticos aos quais se tornou servo e subserviente; estávamos implementando a rede social, trabalhando para as pessoas, enquanto o Sr. Cafofo defendia interesses de algumas pessoas mais abastadas”, desabafou Edgar Silva.

Contudo, a coligação “Funchal Forte” tem no seu actual programa a firme intenção de apostar na implementação de uma rede social municipal, o nosso, Atrium Social, que conta com todos, trabalhando para todos, “despolitizar, o social como de resto fiz, com a empresa municipal de habitação social, onde apostei na nomeação de quadros superiores do município, funcionários de mérito e de elevada competência, ficaram por merecimento e reconhecimento do trabalho desenvolvido evitou-se assim a vergonha das nomeações politicas, que se conhecem em outra empresa municipal, onde o viteleiro rosa se apoderou da mesma; nós Funchal Forte, manteremos esta transparência e justo reconhecimento dos quadros do município”, referiu o ex-vereador.

Também adiantou que “os actuais programas serão objecto de uma revisão alargada. Vamo-nos focar nas famílias e no reforço do rendimento justo dos agregados familiares, de todos, sem excepção garantindo um nível de vida digno em linha com os desígnios constitucionais de direitos de acesso á habitação, saúde e educação.”

Defendeu “uma maior responsabilização nos apoios sociais, garantindo que as IPSS que colaborarem connosco serão monitorizadas para não se atropelarem umas às outras nos apoios às famílias; os subsídios de interesse municipal atribuídos com rigor, prevenindo-se a duplicação de apoios, seja a quem for, para tal é crucial a participação do Instituto da Segurança Social na rede social a implementar, onde a disponibilidade demonstrada foi de total abertura”.

Edgar Silva assegurou que o “Funchal Forte” tudo fará para defender estas políticas sociais, “onde a sustentabilidade será uma exigência, e o rigor, um dogma, na aplicação dos dinheiros públicos, sem despesismos nem espectáculos mediáticos à custa de promessas eleitoralistas de vendedores de banha-de-cobra”.