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Barack Obama, preocupado com as pessoas probres que não tinham acesso à saúde, uma vez que não tinham dinheiro para comprar um seguro de saúde e tendo em conta as pessoas que morriam nas urgências porque não eram atendidas porque não tinham o seguro de saúde, criou o conhecido Obamacare.
O congressista republicano Raúl R. Labrador, durante uma sessão pública em Lewiston, no estado de Idaho, um dia depois de a Câmara dos Representantes ter aprovado o American Health Care Act, uma lei que revoga a legislação sobre acesso à saúde do ex-presidente Barack Obama, mais conhecida por Obamacare disse a um elemento da plateia que “Ninguém morre por não ter acesso a cuidados de saúde.” Se não fosse as pessoas que já morreram e as que vão morrer devido ao fim do Obamacare até parecia que em vez de um congressita estava um comediante na sala.
“Ignorar a realidade do seu país deve ser o que de mais triste pode existir dentro do fato que leva um político” António Freitas
“Se for aprovada pelo Senado, a nova lei, a que já chamaram Trumpcare, tornará mais difícil e caro o acesso à saúde. Durante a discussão sobre os efeitos desta legislação, uma mulher disse que aceitar as condições do Medicaid seria o mesmo do que aceitar morrer.” in DN
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