Raquel Coelho candidata do PTP às autárquicas no Funchal

O PTP deu hoje conta de que o Conselho Regional do Partido Trabalhista reuniu no dia 4 de Maio de 2017, para debater a estratégia e linhas orientadoras para as autárquicas no concelho do Funchal. A dirigente do PTP, Raquel Coelho, foi eleita como cabeça-de-lista. A presentação da candidatura está marcada para o dia 19 de Maio.

“É do entendimento do Partido que a candidata escolhida ao Município do Funchal vem dar resposta a um grande anseio da população por uma voz diferente, alguém que não esteja condicionado e subjugado aos interesses dos grupos económicos que controlam e subjugam as populações da Madeira – como se tem assistido nas candidaturas de outros partidos. Os Funchalenses merecem alguém livre e com a coragem necessária para romper com aquelas que foram as políticas do passado que levaram à ruína financeira e económica e social do município”, refere uma nota de imprensa.

Para o PTP, é necessário encetar políticas de combate “ao despesismo, à corrupção, ao despotismo e às medidas eleitoralistas que têm caracterizado a governação autárquica do PSD nos últimos anos e também do actual presidente, Paulo Cafôfo. Que à custa dos impostos municipais e com a manobra da publicidade institucional paga, vai-se autopromovendo e comprando notícias favoráveis junto dos órgãos de comunicação social”, acusa o PTP. “Usa e abusa dos dinheiros públicos e do cargo que ocupa para beneficiar sua candidatura, violando os deveres de neutralidade e imparcialidade a que está sujeito pela Lei Eleitoral, enquanto recandidato ao Funchal. Fez da CMF uma agência de emprego e um centro de negócios para pagar favores políticos e aglutinar apoios em volta da sua candidatura”, fulminam os trabalhistas.

A candidatura do PTP afirma que pretende sobretudo uma política de justiça social, onde os rendimentos dos mais pobres e da classe média sejam salvaguardados, com uma aplicação mais equitativa e racionalizada dos impostos dos funchalenses, em favor das necessidades do Funchal. “Não estamos de acordo com os gastos levianos do senhor Presidente da Câmara que numa só noite derreteu 50 mil euros, para o concerto das comemorações do 25 de Abril”, criticam.