Rui Marote
Hoje, o Estepilha, sempre cheio de ideias, vem propor ao escultor Ricardo Veloza o aproveitamento desta composição para engrandecer o monumento à autonomia, colocando estas máquinas, símbolo de uma Madeira Nova, que desbravou do mar à serra, por entre a rocha dura.
Nos países de Leste, a maioria dos grandes monumentos incluem carros de combate com painéis escultóricos envolvendo o povo.
A Madeira é uma terra pacífica, e consequentemente resta-nos apenas uma corveta afundada e outros barcos que animam a prática de mergulho.

O Estepilha sugere que a força da enxada passou à História, e que a Madeira Nova tem como símbolos o betão e a artilharia pesada das máquinas escavadoras, e como tal deveria ser imortalizada numa instalação artística.
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