O MPT-Madeira refere, em comunicado que “os apoios, devoluções e aumentos que tanto foram apregoados pelo Governo PS com o apoio do BE e PCP-PEV em 2016, vão ser todos retirados aos seus beneficiários (povo) em 2017 pela via dos impostos indirectos, nomeadamente, aumento dos combustíveis, gás, electricidade, IMI, património, bebidas açucaradas e alcoólicas, tabaco, portagens, imposto único de circulação, passes de transportes públicos, rendas habitacionais, telecomunicações, etc.”
Este partido critica, pois, aqueles se surgem “nos meios de comunicação a se pavonear que estão a repor e a aumentar os trabalhadores e reformados”, pois “verifica-se que depois voltam a retirar às pessoas em dobro daquilo que supostamente deram”.
Para o Partido da Terra, 2016 foi o ano em que se apregoou a devolução de dividendos económicos que na realidade não aconteceram, nem vão acontecer em 2017 e neste sentido foi um dos maiores embustes da Democracia Portuguesa.
O MPT-Madeira afirma que está todos os dias no terreno e sabe que a maioria das pessoas não vê melhorias na sua vida, pelo contrário, só encontram despesas, muitas delas ainda mais agravadas com o brutal aumento dos impostos indirectos.
“Alguns milhares de reformados vão ver as suas despesas aumentadas já em Janeiro, sabendo-se que apenas vão receber um aumento muito ridículo apenas em Agosto. Podemos até dizer que primeiro paga e depois recebe uma esmola. Esta é a política miserabilista e pouco humanista que nos é imposta”, criticam.
Esta força política lembra que um País que continua a aumentar a sua despesa pública nunca terá condições para sair desta brutal crise. “Não podemos gastar mais do que aquilo que produzimos e neste sentido o Governo Central está em rota de colisão com o progresso”.Por isso, o que o MPT-Madeira aconselha é que se corte em todas as “gorduras do estado” e que se faça uma gestão rigorosa da aplicação dos dinheiros públicos.
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