“O governo regional não tem argumentos sólidos para justificar a entrega sem concurso da concessão do CINM ao grupo Pestana. Não é possível continuar neste contexto de privilégio e de promiscuidade absoluta”.
A frase é do líder regional do PS, Carlos Pereira nas suas já habituais ‘notas do dia’.
Segundo Carlos Pereira “Miguel Albuquerque não trouxe nada de novo [no debate de ontem sobre o CINM)], muito menos tem sido capaz de liderar um governo inexperiente e sobranceiro. Os resultados estão à vista e a falta de transparência só pode querer significar a defesa de interesses obscuros”.
O também deputado à Assembleia da República lembra que “já foi assim com a negociação das rendas das PPP’s (o governo inventou uma negociação e os madeirenses ainda ficaram pior- defendeu interesses grandes e privados); foi assim com o subsídio de mobilidade da Porto Santo Line ( na prática o governo fez o que a empresa queria: ofereceu um subsídio à companhia, violando a filosofia do contrato de concessão, e não exigindo nada em troca) e, agora, é o que se vê com a concessão à SDM. Tudo combinado nos gabinetes dos privados para mal dos madeirenses, da defesa do interesse público e da transparência”.
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