PPM também contesta declarações do cônsul venezuelano

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O PPM Madeira também reagiu às declarações do cônsul da Venezuela na Madeira, que defendeuyque o povo venezuelano não está a passar fome. Os monárquicos madeirenses estranham-nas. “Nem quis acreditar quanto li tamanha afirmação”, referiu o dirigente Paulo Brito.

“Para além de ficarmos chocados, no nosso entendimento, mais uma vez defende-se por todos os meios a política e os interesses instalados e menos as pessoas. Quando as informações que nos entram quase todos os dias pela nossa casa são as de um país num estado caótico, de miséria, de falta de democracia e da insensatez dos seus dirigentes, perguntamos, onde está a decência de quem faz estas afirmações? Sabemos inclusivamente e a partir da larga comunidade madeirense que vive neste país, que os problemas agravam-se e a guerra civil pode estar para breve” Para o PPM, importa não só alertar para a “falta de uma verdadeira democracia, para a fome e a preocupação que temos com a comunidade portuguesa madeirense, mas também de respeito a todo um povo que sofre nas mãos de quem não tem sabido gerir a Venezuela.”


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