‘Nós Cidadãos’ questiona Sérgio Marques sobre obras nas ribeiras

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fotos Nós Cidadãos.

O partido ‘Nós, Cidadãos! – Madeira e Porto Santo’ reagiu hoje, em comunicado, às declarações prestadas ontem, no parlamento, pelo secretário regional, Sérgio Marques, sobre as obras nas ribeiras do Funchal.

O partido pega na interrogação “Um Governo Regional que não se revê nas obras das ribeiras do Funchal?” para questionar Sérgio Marques “sobre o real motivo/intenção e fundamento das obras nas ribeiras do Funchal”.

ribeiras2“Para o Nós, Cidadãos! é já sabido o quão enganador é o argumento da proteção e segurança das populações, pois o cenário de destruição, ocorrido a 20 de fevereiro de 2010, não se deveu particularmente às condições em que se encontravam as ribeiras do Funchal a jusante, mas aos materiais inertes que foram arrastados de a montante e que encontraram os caudais das ribeiras estrangulados e cheios de diversos obstáculos/resistências”, revela.

Segundo o partido “se queremos impedir um novo e hipotético cenário de aluvião, o local prioritário a intervencionar e que melhor servirá para o impedir não é na baixa do Funchal, mas nas zonas altas”.

Para o ‘Nós, Cidadãos!’ “este Governo Regional de Miguel Albuquerque segue a linha do antecessor, isto é, a política do betão, o investimento nas grandes obras públicas, o financiamento de grandes grupos económicos com interesses deliberados, em vez de apostar na ciência e conhecimento e tentar perceber quais as tecnologias que irão transformar a sociedade no futuro”.

ribeiras3“Por outras palavras, é um governo que investe pouco na educação e formação dos nossos recursos humanos, isto é, no crescimento e aperfeiçoamento de uma mão-de-obra altamente qualificada, no empreendedorismo jovem, na saúde, nos apoios sociais sobretudo aos cidadãos mais idosos mas também nas empresas que estão na vanguarda do processo tecnológico que vai alterar o paradigma de desenvolvimento das próprias empresas/organizações, da indústria, da comunicação e informação que já estão a liderar a mudança para o século XXI”, remata.

 


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