
Até ao momento, 536 pessoas já assinaram a petição pública online dirigida ao presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e ao presidente da Associação de Municípios da RAM (AMRAM) que pede a “proibição do Glifosfato na RAM”.
A petição pode ser consultada e subscrita em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79278
“O glifosato é a substância activa de alguns herbicidas utilizados para o controlo das ervas daninhas. É um herbicida sistémico que é nefasto para o ambiente e que tem efeitos nocivos sobre a saúde humana. Em Março de 2015, a Organização Mundial da Saúde, através da Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Cancro declarou que o glifosato, é “carcinogéneo provável para o ser humano” e que existem provas convincentes de que o glifosato pode causar alterações na estruturado DNA e das estruturas cromossómicas humanas, sendo por isso uma substância com potencial cancerígeno. Vários estudos relacionam o glifosato com o aumento de doenças oncológicas, degenerativas, auto-imunes e com a resistência adquirida das bactérias aos antibióticos”, revela a petição.
Segundo a mesma “o glifosato é o herbicida mais vendido em Portugal e a sua utilização tem aumentado ao longo dos últimos anos. No mercado português está disponível para comercialização cerca de 77 produtos comerciais em diferentes formulações com Autorização de Venda. Além disso, estes herbicidas podem ser adquiridos livremente para uso doméstico em hipermercado e outras lojas comerciais”.
Para os subscritores da petição “o uso generalizado deste herbicida apresenta riscos inaceitáveis para o ambiente, para nossa saúde, para o ser humano. Ao assinar esta petição está a exigir que o (“governo e as entidades governamentais/camarárias) tomem as medidas necessárias para proteger a população, medidas essas, que visam a proibição da utilização do glifosato, quer na produção de alimento destinados ao homem quer na produção de alimentos para os animais”, remata.
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