
No próximo dia 16 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Voz. Para assinalar a data, a Universidade da Madeira (UMa), nomeadamente a Faculdade de Artes e Humanidades (FAH) e o Centro de Investigação em Estudos Regionais e Locais (CIERL), em parceria com a Ordem dos Médicos Dentistas da RAM (OMD-RAM) e o Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro (CLLC-UA), e em colaboração com diversas entidades ligadas à voz, promove, na véspera da efeméride, dia 15 de abril, a partir das 14h30, no Auditório da Reitoria, ao Colégio dos Jesuítas, o Seminário ‘Falar da Voz de Viva Voz’.
O Seminário tem entrada livre e será constituído por três painéis temáticos, designadamente ‘Investigações sobre a Voz e a Fala’, ‘A Medicina e a Voz’, e ‘A Voz como Instrumento de Trabalho’, que irão reunir oradores de diversas áreas do conhecimento, partilhando saberes do interesse de qualquer pessoa.
Assim, serão oradores, nestes três painéis, Lurdes de Castro Moutinho do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro (CLLC-UA), Helena Rebelo da Faculdade de Artes e Humanidades da UMa e do CLLC-UA, Ana Isabel Monteiro da EB1PE Prof. Eleutério de Aguiar – escola de referência para a educação bilingue de alunos surdos, Gil Alves da Ordem dos Médicos Dentistas-RAM, Tatiana Aguiar, enquanto terapeuta da fala, Paulo Jardim da RTP-Madeira, Eduardo Luiz e Maria João Pereira, ambos docentes do Conservatório-Escola das Artes.
‘Falar da Voz de Viva Voz’ configura-se como uma oportunidade para cruzar diversas áreas do saber e para realçar a importância da voz na vida quotidiana dos falantes, sendo fundamental na vivência em sociedade. Este seminário é também uma ocasião para compreender o que é a voz e o seu funcionamento ou, pelo contrário, algum disfuncionamento.
Quem não tem voz não pode dar a sua opinião e ser cidadão de pleno direito. Saber usar a voz, falando com clareza, aprende-se e todos devemos estar sensibilizados para o tema, prevenindo, por exemplo, doenças. Aprender a articular, usando a voz com cuidado, é um meio de garantir a comunicação. Todos temos direito a ter voz, mesmo quem, aparentemente, parece privado dela.
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