
O autoproclamado Estado Islâmico reivindicou os atentados que se verificaram hoje em Jacarta, a capital da Indonésia.
Uma série de explosões e de ataques com armas de fogo causaram a morte de pelo menos dois civis e de cinco dos atacantes. As cenas pareceram querer imitar os ataques terroristas realizados em Paris
As forças de segurança travaram uma autêntica batalha com os terroristas durante horas num dos distritos de maior actividade comercial e de negócios da cidade.
Já no ano passado tinha havido avisos de que islamistas radicais estariam a preparar um grande ataque.
O Daesh (Estado Islâmico) colocou um comunicado na Internet reivindicando os ataques, que disse terem sido levados a cabo por “soldados do Califado” contra cidadãos da “coligação dos cruzados”.
Citado pela BBC, o chefe da polícia de Jacarta, Tito Karnavian, disse que o indonésio Bahrun Naim, na mira das autoridades desde 2010 e actualmente na Síria, planeava estes ataques já há algum tempo.
Os ataques começaram ao final da manhã em Jacarta, quando explosões atingiram uma área perto de um café Starbucks e de um posto de polícia, numa área próxima de embaixadas e edifícios do governo.
Homens armados dirigiram-se ao Djakarta Theater, parte do mesmo complexo onde fica o café Starbucks, e entraram num conflito com a polícia, ouvindo-se explosões e tiros durante horas, antes que a polícia considerasse a situação sob controlo.
Dois dos atacantes morreram num bombardeamento suicida, enquanto outros três foram mortos a tiro pela polícia.
Um cidadão canadiano e um indonésio também morreram.
Os corpos dos militantes mortos ficaram caídos na rua. Cerca de 20 pessoas terão ficado feridas nos ataques, disse a polícia. Cinco delas são policiais.
Segundo relatos, há vários estrangeiros entre os feridos, entre os quais um de nacionalidade holandesa.
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