Raimundo Quintal e Violante Saramago Matos são mandatários de Sampaio da Nóvoa

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Raimundo Quintal é o mandatário regional de Sampaio da Nóvoa. Já a mandatária, estabelecendo uma ‘quota feminina’, é Violante Saramago Matos.
As escolhas foram apresentadas hoje ao final da tarde, na sede funchalense de campanha de Sampaio da Nóvoa à Presidência da República, à Rua do Bispo.
O ecologista e geógrafo referiu na ocasião ter sido “com enorme orgulho” que aceitou o convite para desempenhar as funções de mandatário, referindo ter-se habituado a admirar este candidato presidencial nas suas funções de reitor da Universidade de Lisboa, onde Raimundo Quintal é investigador do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território.
Ali, testemunhou, “foi capaz de mobilizar vontades, de desfazer ilhas de egoísmos, de gerar consensos. Conseguiu unir as universidades clássica e técnica. O enorme prestígio da actual Universidade de Lisboa em muito se deve ao facto de Sampaio da Nóvoa ter riscado do seu dicionário a palavra impossível”.
O ecologista prosseguiu, referindo que Sampaio da Nóvoa foi um excelente reitor, e que está convicto de que não será menos excelente no exercício do cargo de mais alto magistrado da Nação.

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“Quem foi capaz de construir uma complexa locomotiva do conhecimento será capaz de colocar nos carris e em velocidade de cruzeiro o comboio do desenvolvimento sustentável”.
Para o orador, este candidato será capaz de “semear a esperança, fazer crescer a dignidade e podar as desigualdades”.
“Aceitei esta missão, porque estou convicto que este é o tempo de dar as mãos, o tempo de agir para que milhares de seres humanos, que têm sobrevivido vergados nestas ilhas, readquiram o direito de serem felizes”, concluiu Raimundo, não sem sublinhar que “é óbvio que os fiéis do mercado todo poderoso (deificado) não deixarão de apedrejar o projecto solidário liderado pelo professor Sampaio da Nóvoa”.

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Por seu turno, Violante Saramago Matos disse também do seu orgulho e da consciência da “enorme responsabilidade”.
“É que os mandatários são uma escolha pessoal do Presidente e é em nós que pessoal e politicamente confia, para o representarmos”, notou.
A bióloga e filha do nobelizado escritor José Saramago prosseguiu declarando: “Eu quero um presidente que nos respeite. Que compreenda e defenda o valor do trabalho, da investigação e do saber como alavancas fundamentais para o crescimento e desenvolvimento. Um presidente que nos devolva confiança, com objectivos nacionais mobilizadores e que se norteie pela Constituição da República. Um presidente que enfrente a questão da Europa e da política na Europa com uma dimensão que verdadeiramente defenda os povos europeus. Um presidente para quem a independência nacional e a soberania não tenham dimensão menor. E é justamente tudo isto que encontrei de forma inequívoca em Sampaio da Nóvoa (…)”, afirmou.


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