MPT considera orçamento para 2016 continuação da austeridade

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O MPT emitiu uma nota à comunicação social na qual não poupa nas considerações negativas ao Orçamento para 2016.

O orçamento de 2016 para a Região Autónoma, refere, “é um verdadeiro pesadelo para as famílias madeirenses. É inferior ao de 2015, e o superavit é claramente um «doce» para consolar o povo, pois certamente este «excedente» irá ser aplicado em parte incerta”, refere.
“As falsas promessas feitas pelo Dr. Miguel Albuquerque são evidentemente um
espelho deste orçamento de 2016. Foi prometido o céu, porém iremos receber o
inferno”, prossegue o MPT.
Nos últimos três anos a RAM esteve sujeita a um programa de ajustamento
económico que deveria ter terminado no iníPcio do presente ano, porém foi prolongado
até ao final do ano. Este é, no entender do Partido da Terra, portanto, claramente um orçamento deficiente e que não se adequa as necessidades dos madeirenses e porto-santenses.
“As áreas sociais como a saúde, a educação e até mesmo os apoios sociais
sofreram este ano uma redução absurda e desumana. A saúde, uma área tão frágil, terá um corte de 33.8 milhões de euros. Na educação serão menos 13 milhões de euros e na área social serão menos 3.6 milhões de euros, no entanto para o Jornal Madeira continua-se a transferir milhões. Este ano serão 2.3 milhões de euros, ficando assim por cumprir mais uma promessa de campanha do Dr. Miguel Albuquerque, e ainda aqui vamos”, denuncia o partido.
Para o MPT, este orçamento de 2016, “é a continuidade de uma compilação de tormentos e preocupações para os madeirenses e porto-santenses. Continua a não existir uma redução de impostos. Continuam a não serem feitos investimentos nas áreas que verdadeiramente poderiam relançar a economia madeirense”.


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