O Jornal da Madeira noticiou hoje que o PSD e o BE querem que a Assembleia Legislativa da Madeira comemore o 25 de Abril e deixe de assinalar o 25 de Novembro.
Alberto João Jardim discorda e, num artigo de OPINIÃO, apela à “decência”:
“No dia 25 de Novembro de 1975, Militares portugueses deram a vida para que hoje os Homens e as Mulheres deste País possam viver as Liberdades democráticas e ter uma generalizada qualidade de Vida próxima da média europeia.
Se no dia 25 de Novembro de 1975, o golpe comunista tivesse triunfado, os Portugueses mergulhariam sob uma ditadura brutal, em que, a exemplo de outras infelizes Pátrias, seriam eliminados todos os que lutávamos pelas Liberdades Fundamentais e mergulharíamos no subdesenvolvimento.
É “SÓ” esta a diferença!
Razão porque o Parlamento da Madeira, por iniciativa do Partido Social Democrata de até Janeiro deste ano, entendeu honrar a Memória desta Data.
Porque nunca nos interessou o “politicamente correcto” que despe Princípios para agradar acefalias de massas e de modas.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca procurou viver em “consensos” que matam a produtividade criadora da dialética política e levam à desertificação cultural do procurar viver em clima não inovador, nem empreendedor, de “união nacional”.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca praticou uma governação ao sabor de “cartas do leitor”, as coisas eram SIM ou NÃO, a única soberania democrática é a do Povo que vota regular e livremente.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca se subjugou às “teorias” de Lisboa, antes se orgulhou do “Povo Superior” que integra.
Mexer na comemoração do 25 de Novembro, poderá agradar a outros sectores políticos, dos quais até se celebram indivíduos que tudo fizeram para que vivêssemos em ditadura. Porém, é inadmissível e analfabeto, face aos Valores que marcam os Militantes do PSD/Madeira – aqueles que não se inscreveram ou não foram inscritos para votar em eleições internas ou na mira de vantagens meramente pessoais – confundir o necessário 25 de Abril com o regenerador 25 de Novembro.
Sobretudo, é faltar ao respeito pelos que morreram pelas Liberdades de que hoje usufruímos.
E, sobretudo, é gritante a patetice fracturante de uma certa geração “quéque”, mal preparada ao âmbito da cultura humanístico-política, para estar sobretudo rendida às ambições doentias que infelizmente o economicismo hoje gera na sociedade portuguesa.
Viva o 25 de Novembro de 1975!
Viva o autêntico Partido Social Democrata da Madeira!
Funchal, 18 de Novembro de 2015″
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim
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