Tal como o FN noticiou em primeira mão, o Externato Lisbonense fechou definitivamente as portas e os professores que exerciam funções neste estabelecimento privado encontram-se numa situação que classificam de “desespero”.
Os donos do Colégio, que funciona na Madeira desde 1911, estão mudos e ninguém dá qualquer explicação ao corpo docente e demais funcionários. Os professores esperavam ter uma reunião com os administradores para que lhes fosse indicada uma solução para a sua situação mas o silêncio é total.
Este jornal on line apurou junto de Paulko Pita da Silva, advogado que representa alguns docentes, que estes já se dirigiram à Inspeção Regional de Trabalho mas nada puderam fazer. Também a Secretaria Regional da Educação não se envolve na gestão de uma instituição de ensino privada, apesar de existir um protocolo de cooperação financeira entre o setor público e privado também na educação.
Os professores dirigem-se ao Colégio Lisbonense mas esbarram sempre com a porta fechada e a ausência de resposta nos contactos telefónicos estabelecidos para a instituição. Para já sobrevivem com parte do salário recebido de julho.
Um dos cenários possíveis é os professores tentarem colocação na rede pública de ensino, apesar das conhecidas limitações. O recurso ao subsídio de desemprego também não pode ser ativado uma vez que a entidade patronal não emitiu qualquer declaração para o efeito, adensando o desespero do corpo docente.
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