
É mais um golpe na imagem do Externato Lisbonense, na sequências das polémicas que têm vindo a público nos últimos tempos. O administrador deste Colégio privado, Pedro Sousa, mandou instaurar um processo disciplinar às 7 professoras que anunciaram fazer greve para salvaguardar o seus direitos laborais.
Curiosamente, a greve anunciada para finais de abril foi suspensa, mas as professoras viram a sua entrada no Externato barrada pela administração, como o Funchal Notícias oportunamente divulgou. Entretanto, são agora informadas de que a intenção da administração é a de prescindir dos seus serviços.
As docentes já foram notificadas do processo disciplinar e o seu representante legal considera tratar-se de “um despedimento coletivo encapotado para não pagar as indemnizações a que as trabalhadoras têm direito”.
Segundo o advogado Paulo Pita da Silva, a intenção do administrador é prescindir das professoras para recrutar professores no estrangeiro.
Por outro lado, apesar de o Externato promover-se como instituição bilingue, Paulo Pita da Silva adianta que o English British Council não deu qualquer certificação nesse sentido. As crianças que frequentam a instituição, localizada na Rua dos Murças, enquadram-se no sistema de ensino regular, mas a administração pretendeu, a meio do ano letivo, proceder a uma alteração curricular que mereceu a discordância das professoras.
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