A Associação de Escritores da Madeira esteve moribunda desde 2009 até hoje. Quezílias internas entre sócios ditaram a inatividade da Associação nos últimos anos. As eleições decorreram hoje e o Café Apolo foi o local escolhido para prestar homenagem ao distinto escritor madeirense José António Gonçalves, falecido em 2005. Neste momento, decorre uma recitação de poesia em homenagem, ao escritor e jornalista madeirense.
Os corpos gerentes eleitos percorrem diversas áreas artísticas: Francisco Fernandes e Arcangela Savino; Luisa Paolinelli como Presidente da Assembleia; Laura Moniz, Juvenal Xavier, como Presidente e Vice-Presidente, José de Sainz-Trueva, Maria Fernandes, Natacha Gonçalves, José Eduardo Franco, Carlos Nó, António Plácido, Fernando Letra, Nuno Morna, Rui Nepomuceno, entre outras figuras bem conhecidas destas Região.
Os novos dinamizadores querem abrir a instituição a novas artes que não apenas escritores. Contudo, por não terem sido mudados os estatutos, há associados que consideram que estas eleições possam estar feridas de ilegalidade. Argumentam com o facto de haver nomes para os corpos dirigentes, face aos quais não se conhece grande atividade literária. Mas, apesar da polémica, a Associação pretende imprimir a partir de hoje um rumo diferente ao que foi imprimido quer por Octaviano Correia quer por Zita Cardoso.
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