
A Juventude Popular da Madeira considera que os indicadores económicos e laborais conhecidos relativamente ao primeiro semestre de 2026 confirmam uma trajetória positiva da economia regional, destacando a redução da taxa de desemprego para 3,5%, o valor mais baixo do País e um mínimo histórico na Região.
Para a JP Madeira, o aumento do número de pessoas empregadas e a manutenção de um saldo positivo na criação líquida de sociedades demonstram a capacidade da economia regional para gerar atividade, atrair investimento e criar novas oportunidades de trabalho.
A estrutura partidária salienta que estes resultados devem ser acompanhados por uma valorização progressiva dos rendimentos. Depois do aumento do salário mínimo regional para 980 euros, o mais elevado do País, importa continuar a criar condições para que tanto o salário mínimo como os salários médios cresçam acima da inflação.
“A taxa de desemprego mais baixa do País e os níveis históricos de emprego são resultados muito relevantes. O passo seguinte é garantir que esta dinâmica económica se traduz, de forma sustentada, na valorização dos salários e na melhoria do poder de compra”, afirma Vasco Marcial, vice-presidente da JP Madeira e economista.
Na avaliação da Juventude do CDS, o conjunto dos indicadores faz deste um dos melhores semestres económicos dos últimos anos, com particular destaque para os níveis históricos alcançados no emprego.
Este desempenho reflete também o trabalho desenvolvido pela Secretaria Regional de Economia, através de uma política de proximidade com os empresários, de apoio ao investimento e de promoção da competitividade das empresas da Madeira e do Porto Santo.
A JP Madeira considera ainda que o CDS tem sido um garante da estabilidade política e da governabilidade na Região, contribuindo para a concretização de políticas favoráveis ao crescimento económico, às empresas, ao emprego e à valorização dos rendimentos.
Vasco Marcial sublinha que estes resultados assumem particular relevância num contexto internacional exigente, marcado pela guerra no Médio Oriente, pela instabilidade dos mercados energéticos e pelo impacto dos preços dos combustíveis.
“Apesar desta conjuntura, a Madeira manteve uma dinâmica económica positiva e continuou a criar emprego, demonstrando a capacidade de resistência das nossas empresas e dos nossos trabalhadores”, acrescenta.
A Juventude Popular defende, por isso, que o Governo Regional deve prosseguir o trabalho no âmbito da concertação social, envolvendo as associações empresariais e os sindicatos na definição de soluções que permitam aumentar os salários acima da inflação, sem comprometer a competitividade das empresas e a sustentabilidade do emprego.
“Os resultados alcançados são motivo de confiança, mas também de responsabilidade. É necessário consolidar este percurso, promovendo mais investimento, emprego qualificado e melhores rendimentos, para que o crescimento económico se traduza progressivamente em maior qualidade de vida e em mais oportunidades para os jovens construírem o seu futuro na Região”, conclui Vasco Marcial.
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