A Secretaria Regional de Economia, Turismo e Cultura, através da Direcção Regional dos Arquivos, das Bibliotecas e do Livro (SRTAC/DRABL), o Departamento de Cultura da Câmara Municipal do Funchal (CMF) e a Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira promovem o projecto Colóquios Literatura Madeirense, cuja segunda edição terá lugar no Arquivo e Biblioteca da Madeira, no Teatro Municipal Baltazar Dias e no Colégio dos Jesuítas, entre os dias 19 e 21 de Março de 2026. A abertura oficial realiza-se amanhã, dia 19 de Março, pelas 9h30, no auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira. O secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, marca presença no evento.
O II Colóquio Literatura Madeirense associa-se à Feira do Livro do Funchal e à comemoração de duas efemérides literárias. Desta vez: os 50 anos do projeto Ilha, que a partir 1975 agitou o meio literário funchalense, dando à estampa antologias colectivas e livros individuais de alguns dos mais relevantes nomes da poesia madeirense das últimas décadas do século XX; e os 200 anos de Camilo Castelo Branco, autor canónico do oitocentismo literário português que não só foi leitor de autores insulares do passado e seus contemporâneos, como foi um interessado pela história da Madeira e pelos imaginários associados ao arquipélago, diz o comunicado da SRTAC.
O Encontro destina-se a investigadores, professores, técnicos superiores e demais interessados em aprofundar conhecimentos sobre o sistema literário madeirense, procurando contribuir quer para a divulgação do património literário do arquipélago e para a análise crítica do fenómeno literário contemporâneo na região, quer para a promoção do livro e da leitura.
O governante com a tutela da Cultura, Eduardo Jesus, realça “a relevância deste Colóquio enquanto espaço de encontro, de estudo e de valorização da criação literária madeirense”, acrescentando que, “a segunda edição deste projecto confirma o papel central que a literatura e os seus protagonistas desempenham na preservação e renovação da memória coletiva do arquipélago”.
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