Carlos Rodrigues contra dinheiros públicos para o golfe na Madeira

Isto foi o que Carlos Rodrigues, vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, publicou hoje na sua página da rede social Facebook:
“Jogo golfe. Gosto muito de golfe.
Dito isto, sou absolutamente contra o facto do governo regional se constituir como construtor de campos de golfe.
Compreendo os investimentos do Porto Santo e do Santo da Serra. Havia que dar início ao processo e foi o que se fez.
A partir daí, não faz sentido e é economicamente irracional continuar esse percurso.
Entendo que, no máximo, a região deve criar as condições para que esses investimentos aconteçam e não fazê-los. Esse passo deve ser dado, única e exclusivamente, por privados com modelos de negócio devidamente construídos e projectados”, diz Carlos Rodrigues.
“Se não existirem interessados então é porque os investimentos não são viáveis e se não são viáveis para os privados, jamais serão para os contribuintes”, entende.
“Que se criem as acessibilidades, que se construam as infra-estruturas de apoio, que se facilitem os processos administrativos, apenas isso.
E não me venham com críticas de falta de visão, falta de visão têm aqueles que acham que sim só porque sim, sem demonstrarem cientificamente viabilidade e a racionalidade ou sequer o interesse público. De achismos pseudo-intelectuais estamos fartos”, conclui, no seu estilo directo.

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