Um novo ano, uma nova comunicação

novo ano, uma nova comunicação.

Há uma espécie de fé cega sempre que começa um novo ano. Um acreditar que vai dar certo e aquela voz interior que diz baixinho: “plantar o futuro é agora”.

Janeiro é longo e com uma certa sensação de infinitude, é uma agitação que não é PHDA é a Vida. Mais um ano que crescerá e desenvolver-se-á, assim como as nossas crianças e adultos, com contradições, impasses, silêncios, hesitações e sendo seres mutáveis.

Novo ano, manter hábitos saudáveis e equilibrados, adquirir novos e viver em presença sem legendas. A nossa prestação ao nível de cuidar da nossa saúde, nem sempre é ímpar… tentar ser sempre regrado é essencial. A atividade de ser disciplinado em ter um sono reparador, uma alimentação equilibrada, praticar exercício físico moderado, ter a hidratação em dia, praticar a felicidade e de usufruir da ocasião e cultivar momentos de lazer é um menu de refeição completo que a alma e o corpo precisam, pilares de liberdade de escolha e de mais tempo com saúde para não ter que passar fome na doença.

O mais importante a fazer é investir na saúde não só por estar a iniciar um novo ano mas sim por estar em investir em si mesmo. Não posso ficar senão feliz por quem consegue compreender e escolher o que fazer na unidade temporal diária – um investimento em saúde. E isso é tão bom de pronunciar, que o melhor mesmo é sem medo dizer que temos saúde e com saúde consigamos alcançar os objetivos para o novo ano.

Dizer que não ao que não nos faz bem é transformador e revelador de evolução. A comunicação é abrangente e universal e tem uma velocidade como uma avalanche… a linguagem expressiva e compreensiva é avassaladora na nossa mente para escolhas que se querem acertadas e conscientes.

Demora a perceber que para fermentar o adulto, não basta apostar na honestidade da escavação é preciso resgatar o petiz porque há derivados de carácter que vêm lá dos confins. Como poderá também demorar a compreender que temos sempre carência de vitamina D. Temos o dever interior de proteger as nossas relações para que as nossas células não adoeçam. Em crianças somos um equilíbrio instável brincar e cair, a leveza da segurança em aprender mais e os olhos que vêem e o cérebro que guarda. O desenvolvimento infantil é moldado por três camadas que se entrelaçam: genética, epigenética e personalidade. A genética oferece a base biológica. A epigenética explica como o ambiente, as relações, o stress, o cuidado e as experiências ativam ou silenciam essa base ao longo do tempo. E a personalidade, presente desde muito cedo, organiza como cada criança percebe, reage e se adapta ao mundo. Todas estas combinações nunca se repetem. Por isso, comparar trajetórias ou esperar respostas iguais costuma gerar frustração e conflitos.

A comunicação é um rio e os gestos e as palavras devem ser pontes. Um novo ano começa e, com ele, muitos pais criam a meta de serem perfeitos ou os melhores pais. E isso cansa, culpa e afasta do essencial. Bons pais erram e reparam.

Provocar conversas que fortaleçam vínculos, aproximar pais e filhos, ajudar a prevenir e/ou tratar alterações ou perturbações da comunicação e/ou da linguagem, aperfeiçoar a articulação verbal, sem fórmulas prontas mas com muita verdade, não são objetivos traçados para este meu novo ano 2026, em consultas para quem já me acompanha ou procurará. Esta é a minha missão de vida.

O todo é sempre maior que a soma das partes e o corpo é o DHL da alma.

Drª. Luísa Maria
Terapeuta da Fala
Especialista em Miofuncional Orofacial

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