Os vereadores do JPP que lideram a oposição na Câmara Municipal do Funchal (CMF), vieram queixar-se de que ainda não dispõem um espaço físico onde possam reunir, trabalhar e desenvolver a sua actividade autárquica.
“Trata-se de uma situação que não respeita o disposto no Artigo 73.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, que estabelece o quadro de competências, assim como o regime jurídico de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesias”, diz o partido.
“Os presidentes das câmaras devem disponibilizar a todos os vereadores o espaço físico, meios e apoio pessoal necessários ao exercício do respectivo mandato, através dos serviços que considere adequados”, consagra o ponto 5 do mencionado artigo.
Ora, há praticamente uma semana foi instalada a nova vereação PSD/CDS na Câmara Municipal do Funchal saída das eleições de 12 de Outubro, que consagrou o JPP como o segundo partido mais votado, elegendo dois vereadores.
A lei 169/99 é clara ao determinar que “todos os vereadores” devem dispor de um espaço físico, meios e apoio pessoal para o exercício das suas funções, mas, de acordo com os vereadores do JPP, o executivo PSD/CDS ainda não acautelou esse direito.
A prova disso mesmo está no pedido formulado esta sexta-feira pelos vereadores do JPP, Fátima Aveiro e António Trindade, para que lhes seja concedido o espaço existente na Rua do Bispo, a fim de poderem preparar a próxima reunião do executivo autárquico, prevista para quinta-feira.
O JPP não só reivindica um espaço próprio, conforme determina a lei, como considera que a situação tem de ser resolvida com a máxima brevidade para que o partido possa colocar em prática uma das principais características da sua actuação política, que é a proximidade às populações através da instalação de um gabinete de atendimento.
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