Rui Marote
Hoje a tradicional vassoura de urze usada pelos varredores da cidade caiu em desuso e passou a ser substituída na maioria, por aparelhos modernos que as câmaras municipais adquiriram.
O número de trabalhadores é menor e foram substituídos por máquinas, embora ainda desempenhem um papel primordial. A limpeza de uma rua dependendo da sua extensão ocorre “enquanto o diabo esfrega um olho”. Os sopradores entram em acção projectando todo o lixo para as bermas das vias. Depois vem o “carro-vassoura” que aspira e recolhe toda essa lixeira.
Porém, em artérias com muita movimentação de peões, esse processo não é
muito bem visto, porque levanta nuvens de poeira por vezes muito desagradáveis, ficando os peões envolvidos nessas nuvens poluentes .
Hoje assistimos na rua Fernão de Ornelas a um exemplo de acção de um trabalhador com aspirador, sugando papéis, beatas e folhas para um saco anexado onde ficam depositados todos esses detritos, não incomodando quem esteja nas esplanadas ou a circular. Fica a foto como testemunho. Isto sim é mais apropriado. Em destaque na nossa rubrica “Imagem”.
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