Rui Marote
É de querer “rasgar as próprias vestes”. O mar em volta da Madeira exibe frequentemente manchas de sujidade, nos mais variados locais, desde o Porto da Cruz até Câmara de Lobos, desde o Jardim do Mar ao Paul do Mar.
O acesso dos madeirenses ao mar é cada vez mais restrito e os locais assinalados para banhos apresentam-se muitas vezes conspurcados.
Jardim do Mar e Paul do Mar eram ontem o espelho dessa sujidade, em que a população e os veraneantes eram apanhados de surpresa pela esta imundície que já se tornou habitual. As entidades responsáveis vão distribuindo bandeiras azuis e fazem que não veem. A culpa morre sempre solteira.
Entretanto virão a caminho mais uns prémios de melhor destino insular.
Resignado e cheio de calor pela estação estival, o povo faz das tripas coração e vai nadar à mesma para refrescar-se, esperando o melhor… Mas que é uma vergonha ver a sujidade a flutuar nos portos e nas praias, é.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.











