A lesão no voleibol foi um ponto decisivo na trajetória de Jorge Costa para o futebol. Quando era jovem, Jorge chegou a praticar voleibol no Fluvial. Porém, tudo mudou após um acidente: foi atropelado três vezes e, numa dessas ocasiões, partiu a clavícula. O tratamento implicou a colocação de placas e parafusos, e, dez meses depois, teve de ser sujeito a nova cirurgia para os retirar. Apesar de recuperar, perdeu alguma mobilidade na clavícula esquerda, o que o obrigou a abandonar o voleibol por volta dos 13/14 anos.
Jorge Costa sempre se considerou apaixonado pelo futebol, mas foi a consequência da lesão que o levou a dedicar-se exclusivamente à modalidade. Como o próprio dizia, foi a sua “sorte”, porque permitiu que canalizasse toda a energia e talento para o futebol, acabando por ingressar no FC Porto pouco tempo depois, ainda muito jovem.
Assim, o acidente que terminou a sua relação com o voleibol acabou por ser o catalisador que transformou Jorge Costa num dos mais emblemáticos futebolistas portugueses, símbolo de dedicação e resiliência.
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