No seguimento de uma acção de campanha realizada pelo partido Bloco de Esquerda no passado domingo, dia 2 de Março, segundo reza um comunicado da Secretaria Regional do Equipamentos e Infraestruturas, foi referido pelos seus representantes que, a ausência de uma unidade de “radioncologia” é uma falha grave do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, assim como a ausência de “uma unidade para o internamento de doentes psiquiátricos em unidades agudas”.
“Face ao que foi divulgado na comunicação social, cumpre-nos esclarecer que:
- O Hospital Central e Universitário da Madeira, actualmente em construção, tem prevista uma área de cerca 1 800 m2 destinada ao espaço funcional da Radioterapia, para tratamentos oncológicos, a qual incluirá, entre outras, duas salas de Radioterapia, uma sala de Tomografia Computorizada, uma sala de Braquiterapia, uma sala de Radio-Cirurgia, assim como um conjunto de gabinetes médicos, gabinetes de tratamento e áreas de recobro;
- O Hospital Central e Universitário da Madeira tem prevista uma área de cerca 3 200 m2 destinada ao espaço funcional da Saúde Mental, com áreas específicas para a Psiquiatria de Adultos, Pedopsiquiatria e Unidade Tratamento Toxicodependência, em regimes de ambulatório e internamento, incluindo, entre outros, 14 quartos para internamento de adultos (2 quatros isolamento), 9 quartos para internamento pediátricos (2 quatros isolamento), gabinetes médicos, gabinetes de tratamento e salas de terapia.
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