O salmão de viveiro é uma escolha popular para muitos, mas a sua produção levanta sérias preocupações de saúde e ambientais. Desde a forma como estes peixes são criados até ao que estão expostos, o salmão de viveiro pode ser mais prejudicial do que benéfico.
Com o que os salmões de criação são injetados?
Os salmões de viveiro estão expostos a várias substâncias para melhorar a aparência, o crescimento e a resistência à doença:
• Corantes sintéticos: O salmão de viveiro não desenvolve naturalmente a tonalidade rosa do salmão selvagem. Eles são injetados ou alimentados com pigmentos sintéticos como a astaxantina, alguns dos quais podem ter riscos para a saúde.
• Antibióticos: Condições de superlotação levam ao uso frequente de antibióticos, contribuindo para bactérias resistentes a antibióticos.
• Pesticidas: Os produtos químicos utilizados para combater as infestações de piolhos marinhos muitas vezes deixam resíduos e prejudicam os ecossistemas circundantes.
• Hormonas: As hormonas de crescimento podem ser usadas para acelerar o desenvolvimento em algumas regiões.
Riscos para a saúde
• Toxinas: O salmão de viveiro pode conter níveis altos de PCBs, dioxinas e outros poluentes ligados ao cancro e problemas hormonais.
• Gorduras desequilibradas: As suas dietas processadas resultam em níveis de ômega-6, promovendo a inflamação em vez dos benefícios anti-inflamatórios dos ômega-3.
• Contaminantes: Poluentes industriais acumulam-se nos seus tecidos gordos, levantando preocupações de saúde.
Danos ambientais
As operações de salmão de criação poluem as águas circundantes com excesso de alimentos, resíduos e produtos químicos. Salmão escapado também ameaça populações selvagens espalhando doenças e competindo por recursos.
AF
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