AJJ e Maximiano Martins: faltam aos partidos os chamados “homens bons”

Já lá foi o tempo em que as gentes insulares se deixavam impressionar pelas “manobras” de Lisboa, disse há pouco o antigo presidente do GR, Alberto João Jardim, comentando na RTP-M a megaoperação da Polícia Judiciária na Madeira, que teve como resultado a detenção de Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia. Para AJJ, os presentes resultados do PSD mostram que a população da RAM não se deixa influenciar pelas “jogadas” do continente, e se calhar até reage às mesma através do voto.

No entanto, o ex-governante considera que o seu partido já não é o que era e concorda com Maximiano Martins que nem PSD nem PS cativaram particularmente grandes figuras da sociedade civil. “São os chamados “homens bons”, refere AJJ, que contribuem muito para ampliar e beneficiar a imagem dos partidos.

“Os partidos não podem afunilar-se” sobre si mesmos, consideram os dois comentadores hoje convidados na televisão madeirense.

Por outro lado, AJJ considerou que o Chega pode até ter pior resultado que nas últimas eleições porque Miguel Albuquerque “fez uma rasteira” a este partido, ao admitir coligações com o mesmo. “A população começou a dizer que votar no Chega seria o mesmo que votar no PSD”, apontou.


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