Nuno Morna, deputado único da IL na Madeira, refere que na dita Representação Parlamentar “temos ouvido à exaustão sobre o aumento da constituição de empresas, factor que por si só não significa absolutamente nada”. E por isso diz:
“Aceitando os dados que demonstram que a constituição de empresas tem vindo a aumentar, perguntamos à Secretaria Regional de Economia Mar e Pescas:
1. Quais dessas empresas representam um empreendedorismo por necessidade e não por oportunidade?
2. Qual a taxa de sucesso?
3. Qual a avaliação feita dos riscos de saturação do mercado, que pode levar a uma concorrência excessiva, pressionando as margens de lucro e, logo, a sustentabilidade dessas empresas?
4. Não estremos a assistir ao surgimento de “bolhas económicas” induzidas por excesso de apoios e subsidiação governamental?
5. Qual a qualidade e a produtividade destes novos negócios que vão surgindo?
6. Qual o valor que estas empresas estão a adicionar à economia?
7. Qual a possibilidade de sobrevivência destas empresas?
8. O que tem feito o Governo par aferir se não há casos de criação de empresas para proporcionar evasão fiscal, lavagem de dinheiro e outras atividades ilegais?
9. Há alguma avaliação que verifique se alguma destas empresas são empresas “Phoenix”?
10. O que têm feito os serviços governamentais responsáveis para verificar se estas empresas cumprem escrupulosamente a lei no que respeita à precarização do trabalho, nas remunerações e nos benefícios laborais?
11. Que pressão tem este aumento do número de empresas exercido sobre as infraestruturas e os recursos?
12. São estas empresas o resultado de algum tipo de planeamento ou de surgimento espontâneo?
13. Está alinhado este aumento do número de empresas com necessidades de mercado e/ou tendências de consumo?
Aguardamos as respostas”, anuncia.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






