Transportes afinados pelo mesmo diapasão, sem fiscalização

Rui Marote
O FN alertou há dias mas a fiscalização faz “orelhas moucas”. Esta manhã efetuámos uma viagem na companhia Rodoeste, com destino ao Paul do Mar pela via rápida, passando pela zona hoteleira.
O autocarro que saiu da doca do Campo da Barca,  percorrendo a Avenida do Mar, já chegou à paragem junto ao Palácio de São Lourenço com os passageiros como “sardinha em lata”, tendo como destino final o Porto Moniz. O motorista limitava-se a alertar os passageiros para se chegarem atrás.
Um varão de ferro fixado às bagageiras sem qualquer pega era a única protecção dos passageiros ao longo do corredor. Mais uma vez fotografámos como prova. Na sua maioria os ocupantes eram estrangeiros de férias na melhor ilha do mundo, que ganha sempre todos os prémios.
Talvez seja este o cartaz que cria emoção nos transportes terrestres. Até um dia. Por agora continuam, como se dizia no circo de antigamente, “a riscar do dicionário a palavra medo e a escrever arrojo e audácia”. Fica o aviso da falta de segurança. Não queremos ser profetas da desgraça…

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