Pedro Ramos foi hoje visitar a Unidade de Medicina Nuclear do Serviço de Saúde da Região (SESARAM), num acto que incluiu uma reunião com os profissionais desta área e com o presidente do Conselho de Administração, Herberto Jesus, o director clínico, Júlio Nóbrega, e o enfermeiro director, José Manuel Ornelas.
A Medicina Nuclear foi implementada no serviço de saúde público da Região há 10 anos, em Setembro de 2013, sendo responsável pela realização de vários exames, utilizando quantidades mínimas de radiação e com recurso à imagiologia, com a finalidade de diagnóstico e de tratamento terapêutico, refere uma nota.
A disponibilização deste serviço permitiu evitar a maior parte das deslocações de doentes ao Continente para a realização de exames, reduzindo também os custos associados a esta área, afirma-se.
Durante o primeiro semestre deste ano, a Unidade de Medicina Nuclear do SESARAM realizou 60 consultas e 3.294 actos clínicos. Já durante todo o ano de 2022, foram realizadas 158 consultas e 5.249 actos clínicos, assegura o SESARAM.
Recorde-se que em Fevereiro de 2019 o serviço de Medicina Nuclear do SESARAM esteve no centro de uma polémica espoletada pelo médico Rafael Macedo, que dirigia o serviço, e que acusou colegas de responsabilidade na morte de doentes, por alegada negligência. Acusou ainda o SESARAM de facultar a uma clínica privada exames que supostamente poderiam ser feitos no hospital.
Na sequência das polémicas declarações, o médico foi despedido.
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