Cerca de 4 mil sócios do Marítimo escolhem hoje o novo presidente

Fotos Funchal Notícias.

Os sócios do Club Sport Marítimo (CSM) escolhem hoje entre a lista A encabeçada por Carlos André Gomes e a lista B liderada por Carlos Batista.

As eleições foram convocadas depois da demissão de quase todos os elementos da direção, à exceção de Rui Fontes, que não se recandidatou.

As 4 mesas de voto funcionam no estádio dos Barreiros, sendo os sócios encaminhados através do parque de estacionamento (antigo “galinheiro”) e orientados até às instalações do estádio (tribuna presidencial) para exercer o seu voto.

Muitos sócios acercam-se quer da entrada principal do estádio (Rua Dr. Pita) quer da entrada para a tribuna principal mas depois são encaminhados para o circuito via estacionamento.

A comissão eleitoral desaconselhou a abertura de uma 5.ª mesa de voto, em Lisboa.

Nos arredores do estádio, o Funchal Notícias encontrou elementos afectos às duas listas. Também constatámos a chegada de carrinhas de instituições com eleitores.

Junto às mesas de votos, para além de funcionários do clube, apenas os membros das mesas, os delegados de cada lista, os elementos da comissão eleitoral e o presidente da Assembleia-geral, José Augusto Araújo.

As urnas abriram às 9h00 e só vão encerrar às 21h00.

Segundo conseguimos apurar, até às 11 horas da manhã votaram 350 sócios.

O número de votos depende da antiguidade (1, 2, 5, 10,15 e 20).

Cerca de quatro mil sócios com as quotas em dia vão poder exercer o seu dever cívico, sendo que os sócios com as quotas em atraso podem regularizá-las até às 17h00 (nas lojas do Marítimo), podendo depois votar a partir das 18h00.

O candidato pela lista B, Carlos Batista votou pelas 11h45, enquanto Carlos André Gomes, candidato pela lista A, irá votar pelas 19h00.

Uma terceira lista liderada por Bruno Fernandes fo rejeitada pela mesa da Assembleia-Geral por terem sido detetadas supostas irregularidades.

Uma providência cautelar movida no início desta semana para tentar impugnar o processo e adiar o escrutínio foi também rejeitada liminarmente pelo Tribunal Judicial da Comarca da Madeira.


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