Mudas-Museu de Arte Contemporânea sem ar condicionado eficaz

foto facebook Emanuel Gaspar
O historiador Emanuel Gaspar, na sua página pessoal no Facebook, veio lamentar que os participantes no Congresso sobre Lourdes Castro que recentemente decorreu no Mudas-Museu de Arte Contemporânea tenham sido obrigados a suar as estopinhas em pleno Verão, porque o sistema de ar condicionado não funciona, algo que pode afectar os próprios trabalhos artísticos.
“Decorreu no Mudas, há duas semanas, o Congresso de Arte Contemporânea IN MEMORIAM: Lourdes de Castro (1930-2022), excelentemente organizado pela sua Directora, Márcia Sousa, e sua equipa, com valorosas comunicações, de conceituadas personalidades locais e nacionais, que enriqueceram os conhecimentos e os processos criativos desta consagrada artista madeirense de carácter nacional e internacional”, salvaguarda Emanuel Gaspar.
Porém, aponta, “este congresso foi, infelizmente, manchado pela ausência de ar condicionado no auditório onde decorriam os trabalhos do congresso, nestes últimos dias de canícula que se fazem sentir na Madeira, levando a um grande desconforto geral, a reclamações, quer de participantes no Congresso quer de visitantes do Museu e até à desistência de alguns participantes! E ao que parece o Museu está sem controle de temperatura há mais de um ano! Pasme-se!”, lamenta Emanuel Gaspar.
Para o mesmo, é urgente que Secretaria Regional do Turismo e Cultura reponha, rapidamente, o normal funcionamento do ar condicionado no auditório, onde decorreram os trabalhos, bem como em todo o MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira.
“Esta ausência de ar condicionado não contribui para o bem-estar dos visitantes do museu, dos espectadores do auditório, dos funcionários nem, sobretudo, para a conservação das obras, quer expostas, quer em acervo. Era importante que se providencie, o mais breve possível, as condições de temperatura e humidade cientificamente recomendadas para as diversas salas e auditório do Museu, sob pena de afastar visitantes e de contribuir para a degradação das obras artísticas do espólio deste importante Museu de Arte Contemporânea”, sentencia.
“A sua coleção notável de arte contemporânea portuguesa, com peças de referência nacional e internacional e as não menos relevantes peças em cedência temporária assim o merecem e exigem”, conclui.

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