A Iniciativa Liberal Madeira realizou um encontro com a Associação Nacional de Professores – Secção da Madeira (ANP-Madeira) no âmbito das iniciativas que estão a ser organizadas no caminho rumo às Eleições Regionais.
Nesta reunião a ANP apresentou os seus pontos de vista sobre o Estado da Educação Regional e o que tem procurado apresentar junto da SRECT.
Os liberais madeirenses apresentaram várias propostas do seu programa para a área da Educação, que visam promover maior autonomia pedagógica, administrativa e financeira das escolas, juntamente com a liberdade de escolha das famílias, para promover pluralismo e qualidade na educação.
Uma das propostas é dotar as escolas com maior autonomia curricular, permitindo que estas se especializem em determinadas áreas e apliquem métodos pedagógicos que ajudem a melhorar e a complementar a formação educacional. Esta autonomia estaria vinculada à responsabilização das escolas, refere a IL.
“Consideramos importante priorizar a política educativa e promover a coordenação, implementação e supervisão dos projetos pedagógicos das escolas, fortalecendo os órgãos de gestão das escolas e transformando-as em centros comunitários acessíveis a todos, maximizando o uso das instalações escolares para atividades sociais e culturais”, salientam, pelas voz de Carla Chatterley,
“Falámos da necessidade de reformas profundas na Secretaria da Educação, visando uma estrutura simplificada, descentralizada e profissionalizada. Informámos a ANP das boas propostas de introdução de avaliações de diagnóstico para identificar alunos em risco e a garantia de liberdade de escolha de escola, com o objetivo de fortalecer a democracia educacional e garantir um sistema mais eficiente, transparente e responsável”, refere ainda uma nota divulgada às Redacções.
“Falámos sobre a proposta de inclusão de disciplinas como cidadania e literacia financeira, bem como a modernização dos laboratórios de tecnologia, ciência e arte nas escolas. Outra proposta da Iniciativa Liberal é transformar o ensino técnico-profissional numa opção de alta qualidade, por meio de projetos práticos e com colaboração com a comunidade envolvente, autarquias e empresas, que busquem assegurar a sustentabilidade financeira desse tipo de ensino, com um modelo de financiamento adequado, envolvendo o sector privado e recursos do Fundo Social Europeu”, conclui a IL.
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