JPP diz que existe medo, vandalismo e insegurança na zona velha do Funchal

A concelhia do JPP Funchal constatou na zona velha da cidade do Funchal os problemas que assolam o local. Entre as várias queixas de comerciantes e locais, os “sem-abrigo”, o vandalismo e a insegurança foram os principais assuntos abordados, refere o partido.

O JPP relembra que o principal responsável pelo trabalho a ser desenvolvido com “pessoas de rua” é o Governo Regional, seja através da Segurança Social, seja em articulação com os Serviços de Saúde da Região Autónoma da Madeira pois falamos, em mais de 90% dos casos e segundo diferentes estudos, de doenças mentais associadas. Para além dos próprios serviços de Habitação Social, neste momento, integrados na Secretaria Regional das Infraestruturas.

“Mas aqui o JPP recorda, também, que nestas matérias, o atual presidente da Câmara Municipal, Pedro Calado, nada fez enquanto Vice-presidente do Governo Regional até há bem pouco tempo”, acusa esta força partidária.

“Foi notícia recente que a coligação PSD/CDS que governa a Câmara Municipal do Funchal iria dar emprego e casa às pessoas que “quisessem deixar a rua” demonstrando, já à partida, total desconhecimento das problemáticas associadas à população em situação de sem-abrigo. A intervenção multidisciplinar com estas pessoas tem de ser uma prioridade, contudo, o certo é que a situação se mantém inalterada e falamos já de mais uma centena de pessoas a viver nas ruas do Funchal”, alerta o partido.

Continuamos a assistir a actos de vandalismo e até ao medo de comerciantes, locais e visitantes pois a insegurança é uma constante.

Não basta a existência de um Plano Regional para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (PRIPSSA): é preciso sair do papel e AGIR, de uma vez por todas, exorta o “Juntos pelo Povo”.

“Para o bem de todos e até como forma de valorizar o nosso cartaz turístico, é fundamental que haja um trabalho sério e comprometido do Governo Regional em estreita articulação com o Município do Funchal e com as diversas instituições de apoio social que actuam diretamente com estas pessoas e que, melhor do que ninguém, conhecem a sua realidade”.


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