A ministra da Saúde, Marta Temido, esclareceu as dúvidas que as suas próprias declarações à SIC suscitaram, relativamente às cerimónias do 12 e 13 de maio em Fátima, que foram observadas como uma abertura naquilo que se prende com a presença de fiéis desde que cumprindo com recomendações, bem como foram interpretadas como compensação pelas recentes comemorações do 1º de maio, na Alameda. Só que não foi isso que Marta Temido quis dizer, segundo a própria disse, hoje, na conferência de balanço à Covid-19.
Afinal, o que a ministra pretendeu dizer foi que as autoridades de Saúde e o Governo estão disponíveis para estabelecer, em conjunto com o Santuário de Fátima, na organização das celebrações dentro da capela, as questões relacionadas com a proteção e o distanciamento. Mas apenas para celebrantes e nunca para peregrinos, até porque a governante remeteu para uma posição recente dos responsáveis pelo Santuário, decidindo que este ano de 2020 as celebrações não teriam peregrinos.
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