Miguel Sousa escreveu pouco e disse muito. Foi há pouco, na sua página pessoal do Facebook: “Está evidente que temos deputados a mais!”
Esta declaração ganha relevância vinda de quem vem. Um social democrata que passou uma vida no Parlamento, como deputado, como vice presidente da ALRAM, incluindo o desempenho de funções governamentais, como secretário e como vice presidente em governos de Alberto João Jardim.
Miguel Sousa deixou este publicação no dia em que a Assembleia Regional aprovou alterações ao Regimento, que permitem, em tempo de pandemia da Covid-19, a convocação de plenários com um terço dos deputados, 16, sendo que quando estiverem em causa votações, o número exigido será de 24 (metade mais um). As alterações regimentais foram aprovadas pelo PSD e CDS. Votaram contra o PS, JPP e PCP.
A este propósito, refira-se que o líder parlamentar do PSD-Madeira, Jaime Filipe Ramos disse que “a Democracia na Madeira não parou, mas precisa de novas ferramentas que permitem enfrentar este novo desafio…Precisamos que o Parlamento possa reduzir legislação, que possa fiscalizar, que possa fazer a sua função”.
Esta posição de Miguel Sousa surge, também, depois das Assembleias, Regionais e da República, terem comemorado o 25 de abril com plenários reduzidos.
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