
A posição de Alberto João Jardim foi hoje manifestada na qualidade de mandatário da candidatura de Rui Rio às eleições nacionais no Partido Social Democrata, abordando a polémica relacionada com a regularização das quotas dos militantes por forma a poderem exercer o voto neste ato eleitoral nacional, em condições que evitem situações do passado em que o pagamento de última hora permitia regularizações à pressa e de transparência discutível.
Desta forma, a candidatura Rui Rio às eleições nacionais do PSD esclarece que “é só de agora, 2020, que vigora o actual regulamento nacional – e moralizador – para eleições nacionais, o qual não interfere “em matéria específica do meio regional” visto as eleições serem nacionais. Razão pela qual não faz sentido dizer “que foi sempre assim desde há 40 anos” e desta forma comprometer a “neutralidade” anunciada”.
Com assinatura de Jardim, a posição da candidatura de Rio é a de que “não é aceitável a continuação de um estado de coisas anti-ético, na Madeira parece que também adoptado desde à volta de 2012, o qual plutocratiza o PSD na medida em que faz imperar a força do dinheiro na inscrição e votação interna de gente sem a iniciativa pessoal de militância. O que, pelo menos na Madeira, mais cedo ou mais tarde e na própria Opinião Pública se voltará contra o PSD”
“Não são aceitáveis, refere Jardim, “lições autonomistas” por parte de orientações cujos objectivos ficam muito aquém do fundamental, no domínio da Autonomia Política da Madeira. É o que se vê publicamente nas propostas de uns e de outros. Orientações de pessoas ligadas à candidatura Montenegro que, duas legislaturas atrás, sabotou a revisão constitucional proposta pela Madeira, bem como tentou enxovalhar e punir os Deputados sociais- democratas Madeirenses que votaram de acordo com os interesses legítimos do Povo da Região Autónoma”.
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