Luciana Passo, dirigente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, disse que a companhia aérea Ryanair “faz o que quer e isto deve acabar. A Ryanair não cumpre com as leis dos países onde tem bases”.
Estas declarações surgem num contexto de doze processos discipinares a tripulantes que, segundo a companhia, na recente greve, “não cumpriram os serviços mínimos”, situação que tanto os trabalhadores como o sindicato contestam no entendimento que a lei não foi cumprida.
Os doze tripulantes foram chamados a Dublin, sede da empresa, mas não receberam qualquer notificação, que acabou por chegar já em Lisboa. Agora, o processo tem um período de contestação e pode seguir para os tribunais.
Recorde-se que a Ryanair é a companhia com quem a Região e o Estado estão a negociar como hipótese forte de ser a terceira operadora regular na linha aérea da Madeira, a par da easyjet e a TAP, tal como recentemente foi revelado tanto pelo vice presidente (que anunciou negociações há um ano) como pela secretária regional do Turismo e Cultura, mas também pela secretária de Estado do Turismo, que inclusive adiantou ter feito uma deslocação a Dublin.
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