Madeira assume Plataforma que permite aos cidadãos o acesso aos registos de Saúde na Europa

Albuquerque Smart 4 Health 2“O Smart4Health é uma plataforma digital que possibilitará o intercâmbio de informações sobre as condições de saúde dos cidadãos europeus, abrindo caminho para serviços de saúde cada vez mais personalizados e a implementação de soluções e serviços focados no cidadão. Esta plataforma irá viabilizar interoperabilidade, complementaridade e cooperação com perfis atualmente utilizados, por exemplo, por Estados-Membros e Regiões”.

Esta é a explicação que consta de um documento enviado no dia em que Miguel Albuquerque apresentou o projeto que vai dar, aos cidadãos, o acesso seguro aos registos de saúde, que vai apoiar infraestrutura de dados relativos à saúde para avançar na pesquisa, na prevenção de doenças e no atendimento de saúde personalizado e vai facilitar as interações entre os cidadãos e os prestadores de cuidados de saúde para apoiar a prevenção e a capacitação dos cidadãos, bem como a qualidade e cuidados centrados no paciente.

Sendo a Madeira um destino turístico que recebe anualmente milhares de turistas, “é o local ideal para testar este projeto. Por ser um projeto voltado para os turistas e para a população visitante, está sob a tutela da Secretaria Regional do Turismo”.

Na cerimónia de apresentação, o presidente do Governo Regional considerou este “um momento importante para o futuro da Madeira”, dando conta da honra e disponibilidade para a Região avançar com este projeto de inovação. Historicamente, a Região esteve na vanguarda das inovações tecnológicas, como por exemplo a TV por Cabo, que foi ensaiada primeiro aqui, o mesmo se passando ao nível das energias”.

Miguel Albuquerque disse que o projeto é também importante para a Europa, uma vez que a Europa quer ultrapassar alguma desvantagem que tem relativamente à China e aos Estados Unidos”, considerando, ainda, que as verdadeiras implicações do projeto só serão observadas quando acontecer mesmo a aplicação, então ficaremos a saber quais as vantagens reais, designadamente no aumento da esperança de vida, na prevenção de riscos, na rapidez de diagnóstico, na interação e eficácia de intervenção médica, na segurança psicológica e física das pessoas que estão em circulação. No fundo, estamos a falar na criação de uma rede de segurança”.


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